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Independentemente de ser uma empresa grande ou pequena, diferente ou igual, o eixo de construção desse modelo de competitividade, baseado em propósito, é fundamentado na capacidade de promover mais benefícios do que os outros.

Em um mundo em pleno movimento, no qual milhares de ideias, empresas, instituições, personalidades e leis nascem e morrem à velocidade da luz, é mais importante concentrar esforços em encontrar o que nunca deve mudar no seu negócio do que em perseguir modismos, o que muda toda hora. É fundamental descobrir seu propósito: uma proposta de valor nobre que proporcione benefícios reais para seus públicos.

Lógico que propósito não significa que a marca pode parar de fazer todas as outras coisas, mas ele precisa ser o objetivo no cerne do que a empresa faz. É como definir um lugar de onde você nunca deve sair.

A fundadora da The Body Shop, Anita Roddick, costuma dizer que montar sua empresa, que ganhou o mundo, não foi tentar achar um lugar para investir seu dinheiro, mas algo no qual queria acreditar. A empresa foi a pioneira na luta contra testes em animais, revolucionando a indústria de beleza.

A chave para ter um propósito significativo é garantir que isso tenha a ver com os benefícios e os valores da marca, e de tocar as pessoas de forma muito real.

No varejo, uma das indústrias que geram a maioria das transações por dia no mundo, descobrir e construir marcas propositadas não é o único desafio, mas o maior deles é manter o propósito, ao longo do tempo, apesar das crises e das ondas de comportamento do consumidor. Claro que é necessário se adaptar às mudanças, mas tendo a ideia de um propósito sustentável.

A Whole Foods Market é um exemplo disso. A adorada varejista norte-americana, que acaba de ser adquirida pela Amazon, está por trás, por exemplo, do Capitalismo Consciente, o qual ganhou o mundo. A empresa se apoia, desde sua fundação, em vender produtos orgânicos e privilegiar pequenos fornecedores locais.

Acredito que uma empresa sólida e próspera é aquela que “promove mais benfeitorias e benefícios” do que seus concorrentes, evoluindo da matriz tradicional de “custar pouco” e “valer muito”, para, “servindo muito” e – consequentemente – “valendo muito”. Desta forma, mais que competir com o outro, é o auto-aprimoramento constante que ganha a cena.

http://adnews.com.br/adarticles/o-proposito-e-chave-para-marcas-que-querem-se-destacar.html

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