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Pinar ou repinar. Você ainda vai ouvir e falar muito expressões como essas. Elas são a base da rede social mais falada no momento: o Pinterest. Depois do boom do Twitter e do Instagram, em 2010 e 2011, respectivamente, 2012 deve marcar a ascensão desse grande painel de compartilhamento de interesses em forma de imagens.

Estar no Pinterest é muito fácil. Nele se pode organizar imagens (fazendo upload do seu computador ou buscando da web) e comparilhar esses interesses. As pessoas usam “pinboards” para planejar ideias para seus casamentos, decoração de casas, dicas do que vestir ou quaisquer outros tipos de inspiração. Para começar, é necessário solicitar a entrada no site, que demora até algumas horas para ser autorizada, ou pedir para algum amigo que já está na rede enviar um convite.
Porque usar?
Letícia Roese, publicitária de Foz do Iguaçu (PR), explica seu interesse nos pinboards: “Eu comecei a usar só para ver como era essa nova rede social e acabei gostando. Tenho um blog de `mulherzices´ e achei que poderia me ajudar com algumas inspirações”. Essa facilidade de compartilhamento e a praticidade é o que motiva, principalmente, o público feminino. Os primeiros estudos, divulgados pelo Mashable, apontam que mais de 60% dos usuários ativos são mulheres.
Ou seja, design e moda estão no DNA do Pinterest. Isso atrai o público, que gera conteúdo. Consequentemente, as marcas precisam estar atentas a essas movimentações. Gap, por exemplo, possui um dos perfis mais interessantes no site, com conteúdo ativo. Já outras grifes, como Levi´s e Diane von Furstenberg têm perfis no site, porém ainda sem postagens.
Grandes sites de inovação e tendência como UseFashion também já se movimentam em prol dos pinboards. Juntamente aos botões de compartilhamento de Facebook e Twitter, começa a aparecer o ícone “Pin it”, que envia o conteúdo acessado diretamente para a board do usuário. Ou seja, tudo converge para o crescimento instantâneo de uma rede simples e divertida.
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